Glauber vs. a Máfia do Congresso

Brasil descobriu a máfia e corrupto ocultos do congresso

Glauber vs. a Máfia do Congresso
Dep. Glauber Braga contra os mafiosos

A manifestação em torno do deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) está ganhando uma proporção que há tempos não se via nas fileiras da esquerda brasileira. Em tempos de desilusão com figuras tradicionais, ele surge como uma voz combativa, firme e coerente com os princípios populares e progressistas. O que antes era visto como resistência de nicho, restrita a setores mais politizados, hoje começa a ecoar nas ruas, nas redes sociais e até em setores menos engajados, mas atentos à crise ética e moral que domina o Congresso Nacional.

O Brasil vive um momento em que a população está saturada de discursos vazios, acordos espúrios e políticos que trocam o interesse coletivo por cargos e verbas. Nesse cenário, Glauber Braga se destaca não por prometer o impossível, mas por denunciar o que está escondido — ou convenientemente abafado — nos bastidores do poder. Sua atuação na tribuna, suas falas duras contra o centrão e sua defesa incondicional da soberania popular são fatores que explicam por que tantos brasileiros estão voltando a acreditar na possibilidade de uma política diferente.

A movimentação que se formou em torno do seu nome ultrapassa os limites partidários. Militantes históricos da esquerda, jovens ativistas, movimentos de trabalhadores e até pessoas sem filiação política estão enxergando em Glauber uma alternativa real ao jogo de composições que tomou conta da política nacional. A ideia de que é possível resistir sem se vender, de que é possível fazer oposição sem negociar com corruptos, está ressoando com força.

Ao mesmo tempo, o crescimento dessa manifestação expõe com clareza o **descaso dos bastidores do poder**, onde os caciques da velha política seguem tentando se sustentar com base em articulações de gabinete, emendas secretas e proteção mútua. Eles olham com desprezo — e até com medo — a ascensão de Glauber, porque sabem que ele não faz parte do jogo. Sua coerência e postura firme são vistas como ameaças por aqueles que se acostumaram a manipular o sistema em benefício próprio.

O silêncio dos grandes veículos de comunicação sobre essa mobilização também é sintomático. Enquanto o povo nas redes pede "Glauber presidente", nas redações das TVs e jornais esse movimento é ignorado ou minimizado. Isso só reforça o sentimento de que há uma elite político-midiática tentando silenciar as vozes autênticas que brotam do chão do povo. Mas o silêncio dos poderosos tem gerado ainda mais barulho nas ruas e nas redes, como uma avalanche que se forma lentamente até não poder mais ser contida.

Essa mobilização também tem um forte componente simbólico: Glauber Braga não é apenas mais um político de esquerda, mas uma representação viva daquilo que se espera de um parlamentar ético, combativo e leal às suas bandeiras. Sua atuação contra Arthur Lira, por exemplo, rompeu com o silêncio conveniente de muitos partidos. Ele apontou o dedo para o esquema de poder centralizado no presidente da Câmara, que articula com os setores mais reacionários e antidemocráticos do país.

Além disso, a sua denúncia pública sobre o enriquecimento ilícito, os imóveis milionários e o desvio de recursos públicos pelo centrão colocou luz sobre temas que, apesar de gritantes, seguem sendo tratados como tabu por grande parte do Congresso. Glauber expôs as vísceras de uma política de conchavos que já não representa mais os interesses do povo. Ele tem feito isso com coragem, com dados e, principalmente, com respaldo popular crescente.

Muitos analistas tentam reduzir esse fenômeno a um “movimento de bolha”, mas a realidade é mais complexa. A manifestação pró-Glauber reflete um sentimento de urgência, um grito represado que encontra nele uma via legítima de expressão. Ele representa um contraponto aos políticos que hoje fazem da política um balcão de negócios. É um nome que cresce pela base, não pela imposição das elites partidárias ou empresariais.

A sociedade brasileira está cada vez mais consciente das estruturas que sustentam a impunidade e o autoritarismo travestido de democracia. A figura de Glauber Braga rompe com esse ciclo, ao demonstrar que é possível atuar dentro das instituições sem ser cúmplice dos esquemas que nelas se enraizaram. É isso que o torna uma ameaça real à velha política: ele é previsível apenas na sua coerência, e isso é raro no Brasil.

A história nos mostra que todo movimento popular autêntico começa pequeno, mas carrega uma força que nem os grandes aparelhos de poder conseguem deter. Glauber Braga pode não ser ainda o nome mais falado nos noticiários, mas já é um dos mais comentados nas ruas e nas redes. E é ali, no coração do povo, que nasce a verdadeira mudança.